A ATLAS tem como Missão intervir na comunidade, de modo a criar alavancas de Desenvolvimento Humano Integrado e Sustentável, através da promoção do voluntariado e da cooperação.
Entre os dias 18 e 23 de junho, a ATLAS esteve presente nas Festas da Maceira, reforçando a sua proximidade com a comunidade. A participação permitiu divulgar a missão da associação, criar novas ligações e partilhar momentos de convívio, num ambiente de grande participação e espírito comunitário.
As Festas da Maceira, que decorreram entre 18 e 23 de junho, foram uma excelente oportunidade para estar mais próximo da comunidade, dar a conhecer a ATLAS, partilhar experiências, angariar voluntários e reforçar relações, num ambiente de grande convívio e boa disposição.
Foi um privilégio para a ATLAS fazer parte deste evento, contribuindo para mais uma edição marcada pela excelente organização, pelo espírito de união e pelos bons momentos vividos entre todos os participantes.
Agradecemos à Junta de Freguesia da Maceira pela oportunidade, bem como a todos os que nos visitaram e tornaram esta experiência tão positiva.
Continuaremos empenhados em estar presentes junto das pessoas e em apoiar iniciativas que promovam o desenvolvimento da ATLAS.
A ATLAS tem como Missão intervir na comunidade, de modo a criar alavancas de Desenvolvimento Humano Integrado e Sustentável, através da promoção do voluntariado e da cooperação.
Entrar para a ATLAS foi o início de uma experiência profundamente enriquecedora. Integrando o projeto Velhos Amigos, descobriu que o voluntariado vai muito além da entrega de uma refeição, é também levar companhia, escuta e esperança a quem mais precisa. Um testemunho que revela o verdadeiro valor da solidariedade.
Tornei-me voluntária da Atlas em dezembro de 2025, integrando o projeto “Velhos Amigos”. Já conhecia o trabalho da Atlas desde a faculdade e sempre achei muito nobre que alguém dedicasse uma parte do seu tempo a trazer um pouco de companhia àqueles que muitas vezes deixaram de esperar por ela. Ser voluntário no “Velhos Amigos” é mais do que levar uma refeição quente a alguém. É também alimento para a alma, de quem recebe e de quem leva. Neste pouco tempo de voluntariado já ouvi várias vezes as nossas beneficiárias dizerem “fico à espera a semana toda que vocês venham”, e de repente duas horas transformam-se em mais, por tudo o que ficou guardado sem terem com quem partilhar. Faz-me pensar que no meio da correria da vida nos esquecemos do essencial e que afinal basta tão pouco para fazermos alguma diferença no dia de alguém. Fazer voluntariado não é apenas fazer algo pelo outro mas também por nós mesmos, é receber abraços de deixar o coração cheio e permitir que o nosso dia se transforme pela certeza de termos trazido algum alento ao dia de alguém.
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A união entre os Caminheiros do Agrupamento 891 do Carriço e os voluntários da ATLAS proporcionou uma manhã de trabalho dedicada a melhorar a qualidade de vida de uma beneficiária do projeto Velhos Amigos. Limpeza, organização e cuidado do espaço mostraram que pequenos gestos podem transformar o dia de alguém. Mais uma prova de que, juntos, tudo pesa menos.
Aproveito a expressão já utilizada pela Atlas, pois ilustra bem o que se passou na manhã de sábado 27 de Junho!.
s Caminheiros do Agrupamento 891 do Carriço escolheram mais uma vez a ATLAS para realizarem uma Ação de apoio a “Velhos Amigos”.
💚Voluntários da ATLAS quiseram ter uma participação ativa nesta ação e a manhã foi dedicada a limpar, lavar, organizar e tratar do jardim
O resultado aqueceu-nos o coração e contribuiu para que a nossa Velha Amiga ficasse mais animada a desfrutar da refeição que lhe foi trazida pelos Voluntários na hora do almoço!.
Todos nós nos sentimos verdadeiros “Amigos em Casa” também um dos maravilhosos projetos da ATLAS.
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O Pic-Nic da ATLAS voltou a demonstrar que o voluntariado também se constrói através da amizade e da convivência. Entre sorrisos, música, conversas e momentos de partilha, voluntários de diferentes delegações viveram uma jornada marcada pela união e pelo sentimento de pertença. Um encontro que deixou vontade de repetir a experiência.
Voluntários e amigos juntos damos a mão, partilhamos Sorrisos com o Atlas no Coração”, e é assim com este mote, que se pode afirmar que o Pic-Nic realizado no Troncão no ultimo domingo, tenha sido um sucesso de partilha de conversas, de risos, de abraços e até de boa disposição com musica e dança, e claro não podia faltar a boa comida e a bebida, essa que só serviu, claro, para brindar a Atlas!
Assim, quem esteve e vivenciou o evento, levou consigo momentos de pura diversão, amigos e voluntários das várias delegações (Leiria, Marinha Grande, Pombal, Alcobaça, Batalha e Maceira), que durante todo o ano dão o melhor de si em prol da causa, finalmente, puderam associar a cara e conhecer pessoalmente com quem, por vezes, só conhecem o seu nome e/ou a voz, divertindo-se em puro estilo festivo.
E ainda, não se pode deixar de se dar valor ao empenho e carinho, na programação e preparação do Pic-Nic, também na sua divulgação e sensibilidade, para que todos se sentissem acolhidos nesta família Atlas. Da parte dos que participaram com comida, bebida e presença um bem-haja! Se tempo houvesse ficar-se-ia até final do dia, fazendo um serão pela noite dentro, pois embora o calor, o vento e até as moscas chatistas, não abalaram o entusiasmo e felicidade que reinou ao longo de todo o Pic-Nic. Então, como conclusão, surge a questão: Para o ano há mais?
A ATLAS tem como Missão intervir na comunidade, de modo a criar alavancas de Desenvolvimento Humano Integrado e Sustentável, através da promoção do voluntariado e da cooperação.
Muito mais do que um simples convívio, o Pic-Nic da ATLAS proporcionou uma tarde de reencontros, partilhas e boa disposição. Voluntários de várias delegações reuniram-se para fortalecer laços, trocar experiências e celebrar o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Um encontro que reforçou o verdadeiro espírito da família ATLAS.
O Pic Nic da ATLAS foi muito mais do que um momento de convívio. Foi uma tarde de entrega, partilhas, amizade e muita boa energia, onde tivemos a oportunidade de fortalecer aquilo que nos une: a vontade de fazer a diferença.
Um dos momentos mais especiais foi conhecer voluntários de outras delegações, descobrir afinidades, trocar experiências e perceber que, apesar das diferentes origens, partilhamos os mesmos valores e a mesma missão.
Entre boa música, conversas que pareciam não ter fim, gargalhadas, danças e um ambiente contagiante de alegria, criámos memórias que ficarão connosco por muito tempo. Porque também é nestes momentos de descontração que se constrói uma comunidade mais forte e mais próxima.
Que estes encontros se tornem uma tradição. Que continuemos a criar oportunidades para nos conhecermos melhor, reforçar laços e espalhar a boa energia por onde passarmos.
Ser voluntário da ATLAS é dar de coração, em grande. Mas é também descobrir que, quando damos aos outros, recebemos sempre muito mais em troca. E foi exatamente isso que vivemos nesta tarde inesquecível. A todos os que participaram e ajudaram a tornar esta tarde inesquecível, o nosso sincero agradecimento. São estes momentos que fortalecem a ATLAS e nos inspiram a continuar a construir uma comunidade cada vez mais unida, solidária e humana.
Que venham muitos mais encontros como este! Danielle Silva
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A ATLAS realizou, em Pombal, uma Sessão de Integração e Formação destinada aos novos voluntários da associação. A iniciativa permitiu apresentar a missão, os valores e os principais projetos da instituição, promovendo também a partilha de experiências entre voluntários mais antigos e os recém-chegados. Um momento de aprendizagem e acolhimento que reforçou o espírito de equipa.
No passado dia 6, em Pombal, a ATLAS promoveu uma Sessão de Integração e Formação para acolher novos voluntários. A sessão contou com a participação de voluntários mais antigos e foi dinamizada pela Psicóloga e Coordenadora Geral do Voluntariado, Sofia Carruço.
A sessão teve como objetivos apresentar a estrutura funcional da Associação, os seus recursos humanos, valores e os principais projetos da ATLAS, bem como dotar os participantes de ferramentas práticas para o exercício do voluntariado.
A participação entusiástica dos voluntários mais antigos foi fundamental. Os seus testemunhos e a partilha de experiências criaram pontes entre quem agora chega e quem já faz parte da nossa equipa há mais tempo.
Foi um momento de acolhimento, aprendizagem e reforço do espírito de equipa que caracteriza a ATLAS e a sua atividade. Ficou claro como cada um pode fazer a diferença.
Agradecemos aos voluntários mais antigos que marcaram presença, partilharam experiências e asseguram a continuidade do voluntariado na ATLAS. São, sem dúvida, uma inspiração para quem está a chegar.
Um obrigado aos novos voluntários pela escolha da ATLAS para exercerem esta nobre missão. Desejamos-vos um percurso de enriquecimento pessoal ao serviço da comunidade. Um agradecimento especial à voluntária Sofia Carruço, que preparou e dinamizou uma sessão que agradou muito a todos os presentes.
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A ATLAS People Like Us mantém uma programação diversificada, promovendo momentos de voluntariado, convívio e apoio aos beneficiários nas suas várias delegações. Durante o mês de junho, estão previstas iniciativas de acolhimento de voluntários, participação em eventos comunitários e atividades regulares junto da população acompanhada pela associação.
Agenda
6 de junho, Sessão de Acolhimento de Voluntários, das 9h30 às 11h00, na Delegação da ATLAS em Pombal;
19, 20, 21 e 22 de junho, a ATLAS estará representada na Festa da Vila da Maceira;
20 de junho, Sessão de Acolhimento de Voluntários, das 9h30 às 11h00, na Delegação da ATLAS em Leiria;
28 de junho, Piquenique/Encontro de Voluntários da ATLAS, no Troncão Parque, Rua da Carvalha, n.º 80, Gracios, 2420-209 Colmeias.
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No âmbito da promoção da cidadania ativa e da consciencialização para os desafios globais da atualidade, os alunos do 1.º ano dos cursos de Turismo e Técnico de Alojamento Hoteleiro da Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo participaram numa sessão do projeto Mexe-te, uma iniciativa que procurou refletir sobre a importância dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e o papel dos jovens na construção de um futuro mais justo e sustentável.
No dia 11 de junho de 2026, as turmas do 1.º ano de Turismo e Técnico de Alojamento Hoteleiro da Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo participaram no projeto “Mexe-te”, promovido pela ATLAS People Like Us e dinamizado por três alunas do 2.º ano da Licenciatura em Educação Social da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria.
A sessão foi iniciada com a explicação do projeto e dos diferentes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), destacando-se os cinco princípios fundamentais: Planeta, Pessoas, Prosperidade, Paz e Parcerias.
As atividades planeadas focaram-se nos seguintes ODS:
1 – Erradicar a Pobreza;
3 – Saúde de Qualidade;
5 – Igualdade de Género;
8 – Trabalho Digno e Crescimento Económico.
Os alunos realizaram diferentes atividades a partir de diversos recursos fornecidos e planeados pelas estudantes de Educação Social.
As turmas concluíram que, se não existirem os mesmos recursos disponíveis para todos, dificilmente existirá igualdade. Posto isto, foi-nos solicitado que, enquanto jovens, agíssemos em prol do Planeta.
Nós somos a geração da mudança.
Muito obrigada por esta oportunidade que nos proporcionaram de participar num projeto tão essencial.
Alunos das Turmas de Turismo e Técnico de Alojamento Hoteleiro da Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo
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No âmbito do projeto “Velhos Amigos”, as visitas de sábado são muito mais do que um simples encontro. São momentos de partilha, de escuta e de descoberta. Entre histórias, memórias e reflexões sobre a vida, surgem pessoas que nos marcam de forma especial. É o caso da beneficiária retratada neste texto, cuja presença transforma uma simples conversa numa verdadeira lição de humanidade.
Sábado é dia de visitar os beneficiários do projeto “Velhos Amigos”. Há sempre grande empenho e entusiasmo em levar um momento de conversa e boa disposição a todos, mas há aqueles que, pelos mais variados motivos, se tornam especiais. É o caso da beneficiária de quem se fala neste texto.
Quando a porta se abre, a entrada ilumina-se. O corpo franzino que sustenta quase 80 anos de vida apresenta dificuldades inerentes ao tempo da sua existência, mas o olhar doce, cor de mel, e jovial fez parar o tempo e não acompanhou o corpo. E o sorriso… o sorriso está lá sempre, mesmo nos dias mais difíceis.
Ao entrar, há a sensação de estar dentro de uma casa de bonecas, onde tudo se encontra no devido lugar: almofadas, flores, objetos, fotografias e tudo o que recorda uma vida inteira.
A conversa surge quase imediatamente e sem avisar. Sem a obrigatoriedade de perguntar pela saúde, pelas dores, pelos medicamentos ou pelas dificuldades, temas habituais nas conversas com gente “crescida”. Não. Os temas estão na vida: na rua, nas famílias, nas escolas, nos conflitos mundiais, na evolução dos tempos, nas histórias de vida que se misturam com as atuais relações humanas. Há uma surpresa incalculável no desenrolar da conversa que, tal como as cerejas, vai encadeando os assuntos.
Quando a disposição ajuda, aprofunda-se o conteúdo: vai-se à essência do ser humano, à perceção do que cada um é com a simples avaliação do seu olhar, do seu semblante, da energia que emana da sua postura. E é tão natural como respirar! Sem mistérios. Sem tabus. Sem julgamentos.
Decorre facilmente uma hora de conversa e é tempo da despedida. Seria bom continuar, ouvir mais, falar mais, trocar mais ideias, mas cada um tem o seu mundo à espera e, depois destes momentos de partilha, o dia fica mais leve e o coração mais cheio.
O nome da nossa beneficiária? Colorido, aromático e doce, tal como ela própria: Orange.
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O ciclo “Encontros ao Serão” recebeu, no passado dia 28 de maio, uma sessão marcada pela emoção, pela reflexão e pela partilha de experiências. A convidada foi Rita Joana Maia, autora do livro “A Minha Avó é Pequenina”, que trouxe ao público uma conversa franca sobre o cuidar, os desafios dos cuidadores informais e a forma como a sociedade encara a doença, a perda e o luto.
O dia 28 de maio, foi uma conversa intimista e proveitosa sobre Cuidar, que acolheu, na Marinha Grande, a comunicação e apresentação do livro “ A minha avó é pequenina” de Rita Joana Maia, que de uma forma direta e bem disposta de comunicar, partilhou a sua vivência marcada pela entrega, pela luta pelos direitos dos cuidadores informais e pela resistência perante a ausência de apoio institucional. A sua história é também a de milhares de cuidadores que sustentam, silenciosamente, os pilares do Serviço Nacional de Saúde.
Rita Joana pôs em palavras aquilo que a sociedade tende em evitar falar: o cuidar, a morte, o luto, a saudade e a transformação que a perda traz. Rita Joana parte da ideia de que vivemos o cuidar e a morte como choque, porque fugimos das conversas sobre perda, mudanças e despedidas, e que, por isso, não sabemos mais como acolher e partilhar a dor, nem honrar a memória do que ou de quem se foi.
Rita Joana, através do seu livro “A minha avó é pequenina” , faz um tributo comovente ao ato de Cuidar, narrado através da história de Adelaidinha — uma menina mulher que nos guia por uma vida de sonhos, desencantos e reconciliações.” Um verdadeiro abraço de ternura”, como descreve Marisa Matias no prefácio, que nos lembra da urgência de dar voz às mulheres que cuidam e que na maioria das vezes permanecem invisíveis.
De forma despudorada e direta, falou das dificuldades burocráticas que todos os cuidadores informais têm de enfrentar para obter o estatuto de cuidador e da necessidade de se lutar e reivindicar por ele, pois sendo ela cuidadora informal há quase três décadas, tem lutado, desde sempre, pelos direitos dos cuidadores e pela resistência perante a ausência de apoios.
Falou ainda dos Apoios existentes: Cuidadores Informais, AMARA e APPSP (Associação Portuguesa Para Promoção da Saúde Pública),porque todos, um dia, seremos Cuidadores ou Cuidados.
Nesta conversa dirigida a um público adulto, Rita Joana, cuidadora, de fim de vida e autora do livro, convidou-nos a refletir sobre os desafios, emoções e transformações associados ao papel de cuidador informal, numa comunicação empática e frontal, que nos fez repensar sobre cuidado, fragilidade, envelhecimento, afetos, dependência e luto, num espaço de escuta, diálogo e de grande proximidade humana.
Usando as palavras da nossa convidada, “Dignificar o Cuidador Informal é lutar por um papel que nos caberá a todos, sendo que um dia todos seremos Cuidadores ou Cuidados. Falar sobre este tema com gerações mais jovens é colocar-lhes nas mãos a continuidade de uma luta justa, necessária e urgente”.
A ATLAS tem como Missão intervir na comunidade, de modo a criar alavancas de Desenvolvimento Humano Integrado e Sustentável, através da promoção do voluntariado e da cooperação.