ATLAS - People Like Us

A ATLAS tem como Missão intervir na comunidade, de modo a criar alavancas de Desenvolvimento Humano Integrado e Sustentável, através da promoção do voluntariado e da cooperação.

A ATLAS People Like Us mantém uma programação diversificada, promovendo momentos de voluntariado, convívio e apoio aos beneficiários nas suas várias delegações. Durante o mês de junho, estão previstas iniciativas de acolhimento de voluntários, participação em eventos comunitários e atividades regulares junto da população acompanhada pela associação.

Agenda

  • 6 de junho, Sessão de Acolhimento de Voluntários, das 9h30 às 11h00, na Delegação da ATLAS em Pombal;
  • 19, 20, 21 e 22 de junho, a ATLAS estará representada na Festa da Vila da Maceira;
  • 20 de junho, Sessão de Acolhimento de Voluntários, das 9h30 às 11h00, na Delegação da ATLAS em Leiria;
  • 28 de junho, Piquenique/Encontro de Voluntários da ATLAS, no Troncão Parque, Rua da Carvalha, n.º 80, Gracios, 2420-209 Colmeias.

Inscrições:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeZ6q0dg_RCEw581v82SaTG2_G-1L41zooDZtThoRPjGPvcmg/viewform

Atividades com os beneficiários nas delegações

  • Marinha Grande, todas as terças-feiras, nos dias 2, 9, 16, 23 e 30 de junho;
  • Pombal, todas as quintas-feiras, nos dias 11, 18 e 25 de junho.


POR PESSOAS COMO NÓS, JUNTA-TE À NOSSA CAUSA.



No âmbito da promoção da cidadania ativa e da consciencialização para os desafios globais da atualidade, os alunos do 1.º ano dos cursos de Turismo e Técnico de Alojamento Hoteleiro da Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo participaram numa sessão do projeto Mexe-te, uma iniciativa que procurou refletir sobre a importância dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e o papel dos jovens na construção de um futuro mais justo e sustentável.

No dia 11 de junho de 2026, as turmas do 1.º ano de Turismo e Técnico de Alojamento Hoteleiro da Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo participaram no projeto “Mexe-te”, promovido pela ATLAS People Like Us e dinamizado por três alunas do 2.º ano da Licenciatura em Educação Social da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria.

A sessão foi iniciada com a explicação do projeto e dos diferentes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), destacando-se os cinco princípios fundamentais: Planeta, Pessoas, Prosperidade, Paz e Parcerias.

As atividades planeadas focaram-se nos seguintes ODS:

1 – Erradicar a Pobreza;

3 – Saúde de Qualidade;

5 – Igualdade de Género;

8 – Trabalho Digno e Crescimento Económico.

Os alunos realizaram diferentes atividades a partir de diversos recursos fornecidos e planeados pelas estudantes de Educação Social.

As turmas concluíram que, se não existirem os mesmos recursos disponíveis para todos, dificilmente existirá igualdade. Posto isto, foi-nos solicitado que, enquanto jovens, agíssemos em prol do Planeta.

Nós somos a geração da mudança.

Muito obrigada por esta oportunidade que nos proporcionaram de participar num projeto tão essencial.

Alunos das Turmas de Turismo e Técnico de Alojamento Hoteleiro da Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo



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No âmbito do projeto “Velhos Amigos”, as visitas de sábado são muito mais do que um simples encontro. São momentos de partilha, de escuta e de descoberta. Entre histórias, memórias e reflexões sobre a vida, surgem pessoas que nos marcam de forma especial. É o caso da beneficiária retratada neste texto, cuja presença transforma uma simples conversa numa verdadeira lição de humanidade.

Sábado é dia de visitar os beneficiários do projeto “Velhos Amigos”. Há sempre grande empenho e entusiasmo em levar um momento de conversa e boa disposição a todos, mas há aqueles que, pelos mais variados motivos, se tornam especiais. É o caso da beneficiária de quem se fala neste texto.

Quando a porta se abre, a entrada ilumina-se. O corpo franzino que sustenta quase 80 anos de vida apresenta dificuldades inerentes ao tempo da sua existência, mas o olhar doce, cor de mel, e jovial fez parar o tempo e não acompanhou o corpo. E o sorriso… o sorriso está lá sempre, mesmo nos dias mais difíceis.

Ao entrar, há a sensação de estar dentro de uma casa de bonecas, onde tudo se encontra no devido lugar: almofadas, flores, objetos, fotografias e tudo o que recorda uma vida inteira.

A conversa surge quase imediatamente e sem avisar. Sem a obrigatoriedade de perguntar pela saúde, pelas dores, pelos medicamentos ou pelas dificuldades, temas habituais nas conversas com gente “crescida”. Não. Os temas estão na vida: na rua, nas famílias, nas escolas, nos conflitos mundiais, na evolução dos tempos, nas histórias de vida que se misturam com as atuais relações humanas. Há uma surpresa incalculável no desenrolar da conversa que, tal como as cerejas, vai encadeando os assuntos.

Quando a disposição ajuda, aprofunda-se o conteúdo: vai-se à essência do ser humano, à perceção do que cada um é com a simples avaliação do seu olhar, do seu semblante, da energia que emana da sua postura. E é tão natural como respirar! Sem mistérios. Sem tabus. Sem julgamentos.

Decorre facilmente uma hora de conversa e é tempo da despedida. Seria bom continuar, ouvir mais, falar mais, trocar mais ideias, mas cada um tem o seu mundo à espera e, depois destes momentos de partilha, o dia fica mais leve e o coração mais cheio.

O nome da nossa beneficiária? Colorido, aromático e doce, tal como ela própria: Orange.

Helena Jesus



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O ciclo “Encontros ao Serão” recebeu, no passado dia 28 de maio, uma sessão marcada pela emoção, pela reflexão e pela partilha de experiências. A convidada foi Rita Joana Maia, autora do livro “A Minha Avó é Pequenina”, que trouxe ao público uma conversa franca sobre o cuidar, os desafios dos cuidadores informais e a forma como a sociedade encara a doença, a perda e o luto.

O dia 28 de maio, foi uma conversa intimista e proveitosa sobre Cuidar, que acolheu, na Marinha Grande, a comunicação e apresentação do livro “ A minha avó é pequenina” de Rita Joana Maia, que de uma forma direta e bem disposta de comunicar, partilhou a sua vivência marcada pela entrega, pela luta pelos direitos dos cuidadores informais e pela resistência perante a ausência de apoio institucional. A sua história é também a de milhares de cuidadores que sustentam, silenciosamente, os pilares do Serviço Nacional de Saúde.

Rita Joana pôs em palavras aquilo que a sociedade tende em evitar falar: o cuidar, a morte, o luto, a saudade e a transformação que a perda trazRita Joana parte da ideia de que vivemos o cuidar e a morte como choque, porque fugimos das conversas sobre perda, mudanças e despedidas, e que, por isso, não sabemos mais como acolher e partilhar a dor, nem honrar a memória do que ou de quem se foi.

Rita Joana, através do seu livro “A minha avó é pequenina” , faz um tributo comovente ao ato de Cuidar, narrado através da história de Adelaidinha — uma menina mulher que nos guia por uma vida de sonhos, desencantos e reconciliações.” Um verdadeiro abraço de ternura”, como descreve Marisa Matias no prefácio, que nos lembra da urgência de dar voz às mulheres que cuidam e que na maioria das vezes permanecem invisíveis.

De forma despudorada e direta, falou das dificuldades burocráticas que todos os cuidadores informais têm de enfrentar para obter o estatuto de cuidador e da necessidade de se lutar e reivindicar por ele, pois sendo ela cuidadora informal há quase três décadas, tem lutado, desde sempre, pelos direitos dos cuidadores e pela resistência perante a ausência de apoios.

Falou ainda dos Apoios existentes: Cuidadores Informais, AMARA e APPSP (Associação Portuguesa Para Promoção da Saúde Pública),porque todos, um dia, seremos Cuidadores ou Cuidados.

 Nesta conversa dirigida a um público adulto, Rita Joana, cuidadora, de fim de vida e autora do livro, convidou-nos a refletir sobre os desafios, emoções e transformações associados ao papel de cuidador informal, numa comunicação empática e frontal, que nos fez repensar sobre cuidado, fragilidade, envelhecimento, afetos, dependência e luto, num espaço de escuta, diálogo e de grande proximidade humana.

Usando as palavras da nossa convidada, “Dignificar o Cuidador Informal é lutar por um papel que nos caberá a todos, sendo que um dia todos seremos Cuidadores ou Cuidados. Falar sobre este tema com gerações mais jovens é colocar-lhes nas mãos a continuidade de uma luta justa, necessária e urgente”.

Inês Silva

Voluntária ATLAS, Marinha Grande



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No passado dia 30 de maio, realizou-se pela primeira vez a Feira solidária Vintage Atlas, na Marinha Grande. Apesar do sol envergonhado e de algum vento que, por momentos, dificultou o decorrer do evento, o balanço não poderia ser mais positivo.

Esta primeira edição foi um verdadeiro sucesso, reunindo todos os que nos visitaram e amantes do universo vintage num ambiente de convívio, partilha e boa disposição. A adesão e o entusiasmo demonstrados por todos superaram as expectativas e confirmaram o potencial desta iniciativa.

Um agradecimento especial aos voluntários e a todos aqueles que contribuíram com o seu apoio, dedicação e presença. Todo este envolvimento foi fundamental para o sucesso deste evento.

Por detrás deste sucesso estiveram também muitos dias de preparação e alguns serões dedicados à organização de cada detalhe. Todo o esforço, empenho e dedicação da equipa foram recompensados ao ver a feira ganhar vida e ser tão bem recebida por todos.

Esperamos voltar em breve com mais momentos como este! 

Sofia Pereira



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O projeto LIGAR GERAÇÕES do NRDC (Núcleo Rotário de Desenvolvimento Comunitário, constituído em agosto de 2025 com membros da comunidade e voluntários da Atlas) concluiu o seu primeiro ano de atividade, reforçando a importância das relações intergeracionais na construção de comunidades mais inclusivas, solidárias e coesas.

Foram realizadas 11 sessões realizadas nas Bibliotecas Escolares da Escola José Saraiva, Escola Domingos Sequeira e Centro Escolar da Barreira, tendo participado no total 13 idosos do projeto Velhos Amigos da Atlas, 13 voluntários, 240 alunos e 27 professores.

Entre outubro e maio, os encontros proporcionaram momentos únicos de diálogo em torno de temas como a Alimentação, o Mar, os Vizinhos e o Natal, as Expectativas para o Ano Novo, a Floresta e a Poesia, a Leitura e o Rio Lis, culminando com a observação direta de invertebrados macroscópicos. O Livro Ludicidades – Histórias do Brincar, da autoria dos próprios idosos esteve no centro das nossas leituras dialogadas, a par de autores como Valter Hugo Mãe, José Tolentino Mendonça, Afonso Cruz, António Pina, António Gedeão, José Jorge Letria e muitos outros.

Mais do que atividades, estes encontros foram espaços de escuta, partilha de memórias e

experiências que se prolongavam nos momentos de lanche final em cada sessão. As ligações intergeracionais permitem combater o isolamento, promover o envelhecimento ativo e criar oportunidades para que diferentes gerações se reconheçam mutuamente como fontes de aprendizagem, inspiração e crescimento.

A ATLAS agradece profundamente aos bibliotecários Professora Margarida Ferreira, Professor António Matino e Professor Constantino Alves, cuja dedicação, disponibilidade e entusiasmo foram fundamentais para acolher o projeto e transformar cada sessão num momento de aprendizagem significativa.

Um agradecimento muito especial aos voluntários do NRDC — Ana Carreira, Ana Gaudêncio, Ana Venâncio, Benvinda Vieira, Graça Teixeira, Irene Bingre, Laura Esperança, Margarida Teixeira, Natália Marques, Patrícia Silva, Rui Bingre, Sara Dias e Teresa Cabecinhas, pela sua generosidade, compromisso, colaboração ativa nas leituras e nos lanches e pela capacidade de criar pontes entre gerações, contribuindo para o sucesso de cada encontro.

O NRDC agradece às técnicas Sara Dias e Patrícia Silva da ATLAS, pelo acompanhamento próximo do projeto ao longo de todo o ano, pela sua participação ativa e pela dedicação na organização das atividades do projeto LIGAR GERAÇÕES.

O NRDC agradece igualmente ao Rotary Club de Leiria, pelo apoio financeiro e pela confiança depositada neste projeto, permitindo que continuemos a desenvolver iniciativas que fortalecem a participação social, a educação e a cidadania intergeracional.

Uma palavra de reconhecimento muito especial à voluntária  Benvinda Vieira e à sua  família pela generosa cedência do magnífico espaço de alojamento local  ROTA, nas Fontes (Cortes), onde se realizou o lanche final de  convívio entre os participantes. A hospitalidade, o acolhimento e a beleza do espaço proporcionaram um encerramento memorável para mais um ano de partilhas.

Terminamos com a certeza de que cada encontro deixou marcas positivas em todos os participantes e com o entusiasmo renovado para dar continuidade ao projeto LIGAR GERAÇÕES no ano letivo 2026-2027, continuando a construir pontes entre gerações e a fortalecer os laços da nossa comunidade.

Coordenação Geral



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Durante o mês de maio, a Delegação da ATLAS, em Pombal, voltou a ser palco de animadas tardes de convívio e participação. Entre exercícios, jogos, conversas e momentos de amizade, os participantes encontraram um espaço acolhedor onde o bem-estar e a partilha caminham lado a lado. Semanalmente, estas iniciativas reforçam laços, combatem o isolamento e proporcionam momentos de genuína alegria.

Decorreram nas tardes dos dias 7, 14, 21 e 28 de maio as sessões de atividades na Delegação da ATLAS, em Pombal.

Alguns dos participantes pertencem ao projeto Velhos Amigos, mas as portas estão igualmente abertas a todos aqueles que procuram um pouco de convívio, companhia e momentos de descontração.

Logo no início de cada sessão, a voluntária Alice propõe um momento de ginástica, conseguindo já uma boa adesão aos exercícios sugeridos. No entanto, há também quem prefira aguardar serenamente pelo início das restantes atividades de entretenimento.

Não falta a tradicional sopa de letras para quem aprecia descobrir palavras naquele aparente emaranhado de letras. Há ainda exercícios de aritmética que estimulam o cálculo mental e, quando surge alguma dificuldade, a ajuda do vizinho do lado está sempre disponível, criando-se assim uma saudável cumplicidade entre os participantes.

Para aqueles que preferem atividades mais criativas, existem desenhos para colorir. Alguns participantes trazem mesmo os seus próprios lápis de cor, transformando simples espaços em branco em verdadeiras composições cheias de cor e imaginação.

Entretanto, chega a hora do lanche, um dos momentos mais aguardados da tarde. Há que pôr a mesa e preparar o encontro em redor das iguarias partilhadas. O bolo trazido pela Elisete é sempre muito apreciado e acaba frequentemente por se tornar o tema da conversa. Entre elogios, pedidos de receita e partilha de experiências culinárias, o ambiente torna-se ainda mais acolhedor.

Depois da mesa levantada, chega geralmente a vez do jogo do Bingo. Haja ou não prémios para distribuir, a animação é garantida e os momentos de diversão sucedem-se entre risos e boa disposição.

Participar como voluntária nestas tardes tornou-se um compromisso assumido de forma natural, alimentado pela gratificante partilha destes momentos. São horas que enriquecem todos os envolvidos e que reforçam a importância do convívio, da amizade e da proximidade humana. Por isso, o desejo é simples: que estas tardes continuem a repetir-se semana após semana, levando alegria, companhia e bem-estar a todos quantos nelas participam.

Ana Paula Cordeiro



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A associação ATLAS poderá marcar presença no próximo HR After Work, iniciativa promovida no dia 20 de maio, no Paddock, em Leiria, reunindo profissionais da área dos Recursos Humanos num ambiente de partilha, reflexão e proximidade entre empresas e comunidade. O convite surgiu através de Maria Craveiro, People & Culture Director da Incentea, que desafiou a associação a apresentar, em poucos minutos, o trabalho desenvolvido e as formas de apoio possíveis.

A cidade de Leiria prepara-se para receber, no próximo dia 20 de maio, pelas 18 horas, mais uma edição do HR After Work, encontro informal dedicado a profissionais da área dos Recursos Humanos, promovido no espaço Paddock. O evento contará com momentos de conversa, networking e partilha de experiências, num ambiente descontraído mas focado na valorização das pessoas e das organizações.
Entre os destaques da sessão estará uma pequena talk conduzida por Maria Craveiro, People & Culture Director da Incentea, empresa com presença em Braga, Leiria, Lisboa e Porto. No âmbito destes encontros, existe também um espaço reservado para que associações ou projetos sociais possam apresentar, em cerca de cinco minutos, a sua missão e os desafios que enfrentam.
Foi precisamente nesse contexto que surgiu o convite dirigido à associação ATLAS. Segundo explicou Maria Craveiro, a intenção passa por dar visibilidade ao trabalho desenvolvido pela instituição e sensibilizar os participantes para possíveis formas de colaboração e apoio.
A iniciativa representa uma ponte entre o setor empresarial e o movimento associativo, reforçando a ideia de que o desenvolvimento das comunidades também se constrói através da responsabilidade social e do envolvimento humano. Num tempo em que as empresas procuram cada vez mais alinhar crescimento económico com impacto social, encontros desta natureza ganham relevância acrescida.
O HR After Work promete assim juntar diferentes sensibilidades e experiências, mostrando que, por vezes, bastam cinco minutos e uma boa causa para criar novas ligações e abrir caminhos de solidariedade.

Américo Oliveira



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Numa sociedade cada vez mais marcada pela distância humana e pelo ritmo acelerado do quotidiano, continuam a surgir iniciativas que recordam a importância da proximidade, da escuta e da solidariedade entre gerações. Foi nesse espírito de partilha e intervenção social que o projeto Velhos Amigos foi apresentado ao Rotary Club de Angra do Heroísmo, numa sessão realizada na histórica cidade de Angra do Heroísmo, Património Mundial da UNESCO.

O projeto Velhos Amigos foi recentemente apresentado ao Rotary Club de Angra do Heroísmo, numa sessão marcada pela partilha de experiências, pela reflexão social e pelo espírito solidário que caracteriza o movimento rotário.

A apresentação decorreu na cidade de Angra do Heroísmo, reconhecida como Património Mundial pela UNESCO, cenário histórico onde tradição, cultura e sentido comunitário continuam profundamente ligados.

Durante a sessão foram dados a conhecer os objetivos e a missão do projeto Velhos Amigos, iniciativa que procura combater o isolamento e a solidão junto da população sénior, promovendo proximidade humana, companhia e envelhecimento com dignidade.

Os participantes tiveram oportunidade de conhecer melhor o impacto social do projeto, bem como as várias formas de colaboração e envolvimento comunitário que podem ajudar a fortalecer esta causa.

O encontro ficou igualmente marcado pelo interesse demonstrado pelos membros do Rotary Club, num momento onde ficou evidente que os pequenos gestos de atenção e presença continuam a fazer uma enorme diferença na vida de muitas pessoas idosas.

Num tempo cada vez mais acelerado, iniciativas como o Velhos Amigos recordam que ouvir, visitar e acompanhar continuam a ser algumas das formas mais nobres de solidariedade humana.

Raquel Pina



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Num mundo cada vez mais apressado, há encontros que fazem parar o tempo e recordar aquilo que realmente importa, as pessoas. O voluntariado vive-se nos gestos de ajuda, mas também nos momentos de convívio, nas amizades que nascem pelo caminho e no espírito de comunidade que une quem escolhe dar de si aos outros. É precisamente esse espírito que a ATLAS pretende celebrar no próximo Pic-Nic ATLAS, um encontro pensado para fortalecer laços, criar memórias e reunir a grande família de voluntários.

Um encontro que fortalece laços, Pic-Nic ATLAS | 28 de junho

Na correria dos dias, entre desafios, compromissos, projetos e missões que abraçamos com dedicação, é fácil esquecermo-nos de algo essencial, a força que existe quando nos reunimos.

Na ATLAS – People Like Us, acreditamos que o voluntariado vai muito além da ação. É presença, é comunidade, é partilha. É criar pontes entre pessoas que escolhem dedicar tempo, energia e coração aos outros.

Por isso, este ano queremos celebrar todos aqueles que fazem parte desta caminhada.

No próximo dia 28 de junho, convidamos todos os voluntários das delegações de Alcobaça, Batalha, Coimbra, Leiria, Marinha Grande, Pombal e Maceira, bem como as suas famílias, para um momento especial de convívio e proximidade.

Será um encontro pensado para fortalecer laços e criar memórias em conjunto, através de um Pic-Nic ATLAS, no Troncão Parque.

Esta será uma oportunidade para nos conhecermos melhor, reforçarmos relações e partilharmos histórias, experiências e sorrisos, porque quando estamos juntos crescemos enquanto equipa e enquanto comunidade.

E porque muitos dos melhores momentos acontecem à volta da mesa, convidamos cada participante a trazer as suas iguarias de pic-nic e bebidas para partilhar. Tal como partilhamos sabores e tradições, partilhamos também vivências, aprendizagens e o espírito que nos une enquanto voluntários.

Queremos que este seja um momento simples, descontraído e genuíno, um espaço para conversar, rir, conviver e desfrutar da companhia uns dos outros fora do ritmo habitual das atividades.

Tragam a vossa boa disposição, a família, vontade de conviver e espírito ATLAS.

Contamos convosco para tornar este momento ainda mais especial.

Patrícia Frade



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