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Agenda Abril

Abril traz novos encontros e a continuidade de um compromisso que nunca se interrompe, cuidar, partilhar e estar presente, sempre com o mesmo sentido de missão.

Agenda:

Atividades com os beneficiários nas Delegações:

  • Marinha Grande (todas as terças-feiras): 7, 14, 21 e 28 de abril;
  • Pombal (todas as quintas-feiras): 2, 9, 16, 23 e 30 de abril;

Sessões de Leituras Partilhadas Projeto Ligar Gerações (Leiria):

  • 14 de abril: Escola Domingos Sequeira, Leiria;
  • 23 de abril: Escola José Saraiva, Leiria;

Nota:

  • De momento, não se encontram a decorrer atividades regulares na Delegação de Leiria, devido ao impacto da tempestade Kristin, que afetou o espaço.

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No dia 28, a Atlas celebrou mais um ano, 18 anos de dedicação a mudar vidas e a renovar esperança.

A celebração desta data, foi, sem dúvida, alegre e motivadora. O sarau com músicas e canções clássicas portuguesas foi excelente e colocou todo o público a cantar, a bater o pé e a balançar as mãos no ar ao ritmo das músicas de outrora. Foi comovente ver o a alegria dos “velhos amigos “a cantar e a bater palmas, também eles felizes com a alegria contagiante dos belíssimos cantores que dinamizaram o espetáculo.

Só posso desejar que esta caminhada continue e se possa expandir em novos projetos. Parabéns ATLAS!

“ Então
Bate, bate coração!
Louco, louco de ilusão!
A idade assim não tem valor
Crescer
Vai dar tempo para aprender (…) “

Inês Silva
Voluntária Atlas da Marinha Grande

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Uma noite que resistiu à tempestade e ganhou um novo propósito!

O espetáculo musical solidário da Atlas, integrado na celebração dos seus 18 anos, nasceu com um objetivo claro: angariar fundos que permitissem dar continuidade às suas atividades e projetos sociais.

Sob o mote “18 Anos de Atlas, Uma Noite de Música e Celebração”, o evento estava inicialmente marcado para o dia 21 de fevereiro de 2026, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria. Seria um momento especial, que muito nos orgulhava, reunidos em torno da música, da solidariedade e do compromisso social e com as verbas angariadas a serem integralmente destinadas aos projetos da Atlas.

No entanto, a poucos dias da sua realização, a tempestade Kristin atingiu a nossa região, causando um impacto significativo na comunidade. Para além dos constrangimentos imediatos, provocou danos materiais e afetou diretamente várias famílias, em particular pessoas idosas, cujas habitações ficaram comprometidas. Perante este cenário, e colocando a segurança de todos em primeiro lugar, fomos obrigados a adiar o espetáculo.

Mais do que um simples adiamento, este momento levou-nos a refletir e a olhar com ainda mais atenção para as necessidades urgentes que emergiam no terreno. A tempestade evidenciou fragilidades que não podiam ser ignoradas, especialmente no que diz respeito às condições habitacionais de idosos que vivem sozinhos.

Foi assim que o espetáculo encontrou um novo propósito.

Reagendado para o dia 28 de março de 2026, o concerto manteve o seu caráter de celebração, mas passou a assumir uma missão ainda mais concreta: a angariação de fundos para a reabilitação habitacional de casas de idosos em situação de vulnerabilidade.

De forma simbólica e inesperada, esta nova data acabou por coincidir com o próprio dia de aniversário da Atlas, tornando a noite ainda mais especial e significativa. Aquilo que começou por ser um imprevisto transformou-se numa oportunidade única de celebrar o nosso percurso, reforçando simultaneamente o seu compromisso com a comunidade.

Mais do que uma noite de música, este evento transformou-se numa resposta direta às necessidades da nossa comunidade.

Com os melhores clássicos da música portuguesa como banda sonora, a noite de 28 de março
foi marcada pela união, pela solidariedade e pela vontade coletiva de fazer a diferença. Foi um
momento que refletiu aquilo que melhor define a Atlas: a capacidade de adaptação, a
proximidade às pessoas e o compromisso de agir quando é mais necessário.

A todos os que estiveram presentes, aos que apoiaram e aos que caminham connosco, o nosso mais sincero agradecimento.

Sara Dias

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Tempestade Kristin: quando a prioridade foi cuidar

A passagem da tempestade Kristin marcou profundamente a nossa comunidade e, inevitavelmente, a missão da Atlas. Mais do que um fenómeno meteorológico, foi um momento que exigiu resposta imediata, proximidade e, acima de tudo, cuidado com aqueles que mais precisam.

Desde o primeiro momento, a nossa maior preocupação foi garantir o bem-estar dos nossos beneficiários. Sabíamos que muitos poderiam estar em situação de maior vulnerabilidade, seja pelo isolamento, pelas condições das suas habitações ou pela dificuldade em lidar com os impactos de uma situação inesperada como esta.

Perante a falha de comunicações provocada pela tempestade, a nossa resposta teve de ser ainda mais próxima: mobilizámo-nos para realizar visitas no terreno, de forma a verificar como se encontravam os idosos e identificar possíveis necessidades urgentes. O objetivo foi simples, mas essencial: assegurar que ninguém ficava para trás.

A tempestade trouxe consigo desafios concretos, nomeadamente danos em habitações e dificuldades acrescidas no dia a dia de várias pessoas. Perante esta realidade, reforçámos o nosso compromisso de estar no terreno, escutar e agir, ajustando a nossa intervenção às necessidades identificadas.

Este momento veio também reforçar aquilo que está no centro da Atlas: a importância da proximidade, da resposta rápida e do cuidado humano. Mais do que apoiar, é estar presente, especialmente quando mais faz falta.

A todos os que se mobilizaram de forma incansável, o nosso profundo agradecimento. Foi essa dedicação que permitiu transformar um momento difícil numa resposta solidária e próxima. Porque, na Atlas, cuidar nunca é opcional, é a nossa prioridade.


Sara Dias

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Quando a Solidariedade se Faz Luz e Esperança

Há noites que iluminam mais do que o palco, tocam fundo e deixam rasto no coração. Este evento solidário foi uma dessas raras ocasiões em que a arte e a generosidade caminharam lado a lado, lembrando, com simplicidade e verdade, que ajudar o outro é também uma forma de nos encontrarmos a nós próprios. Entre música, emoção e propósito, reacendeu-se aquilo que nunca deve faltar, a esperança.


Quando um Evento Solidário acende esperança Há gestos que iluminam mais do que se vê à primeira vista. Há quase duas décadas, a Associação Atlas tem sido esse farol discreto, feito de dedicação, entreajuda e um compromisso firme com quem mais precisa. No passado dia 28 de março, voltou a provar que a solidariedade também se escreve com arte, música e boa disposição. Enquanto voluntária da Atlas há apenas alguns meses, ainda estou a descobrir a dimensão real do trabalho desta Associação. Não tinha plena noção do impacto que ela tem na vida das pessoas mais vulneráveis da nossa sociedade, mas cada iniciativa, cada história e cada encontro tornam essa importância cada vez mais evidente. E esta noite não foi exceção. O Teatro José Lúcio da Silva recebeu uma plateia cheia e vibrante, pronta para revisitar alguns dos maiores nomes da cultura portuguesa. Dois artistas subiram ao palco para recriar, com talento e emoção, as vozes e memórias de Amália Rodrigues, Beatriz Costa, Carlos do Carmo, Simone de Oliveira, José Cid, Marco Paulo e Carlos Paião. Entre sorrisos, aplausos e muita nostalgia, criou-se uma noite especial — daquelas em que o público sai mais leve e o coração mais cheio. Vivi este concerto com vontade de ajudar… e, no entanto, fui eu quem saiu presenteada: alegria, boa disposição e um sentimento forte de solidariedade que só se encontra quando a comunidade se junta pelo bem comum. Foi profundamente compensador. O brilho maior estava, claro, na causa. O concerto destinou-se a angariar fundos para a reconstrução das casas de “Velhos Amigos”, pessoas idosas afetadas pelas tempestades que abalaram a região de Leiria, na noite de 28 de janeiro. Cada bilhete transformou-se numa forma concreta de reconstruir vidas, devolver segurança e reacender esperança. Uma noite bem passada, cheia de propósito, onde a música se uniu à solidariedade para mostrar que, juntos, conseguimos sempre fazer mais.

Lurdes Abadesso

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Um Encontro de Humanidade e Partilha

Há gestos simples que carregam um valor imenso, quase silencioso, mas profundamente transformador. Esta iniciativa foi mais do que uma ação solidária, foi um encontro de humanidade, onde dar e receber se confundem e onde, por momentos, o mundo abranda para lembrar o essencial, cuidar do outro com presença, respeito e verdade.

No passado dia 22 de março de 2026, o projeto Leos de Portugal, associados ao movimento Lions International, teve a oportunidade de realizar uma atividade em parceria com a associação Atlas – People Like Us.

O Leo Clube de Leiria entrou em contacto com a Atlas – People Like Us no âmbito da organização das XLVIII Conferências Nacionais, que se realizaram em Leiria, com o objetivo de dinamizar uma atividade de caráter social. Foi neste contexto que surgiu a colaboração com a Atlas, através do projeto “Velhos Amigos”.

A atividade consistiu na preparação e entrega de cabazes alimentares a pessoas em situação de vulnerabilidade devidamente sinalizadas e acompanhadas pelas Atlas.

Foi, sem dúvida, uma manhã diferente e marcante para todos os envolvidos. Mais do que uma ação solidária, este momento proporcionou a partilha de sorrisos e vivências com pessoas, maioritariamente idosas, que enfrentam realidades difíceis. A forma como fomos recebidos, muitas vezes com um simples, mas genuíno sorriso, deixou uma marca profunda em todos os envolvidos.

Entre sorrisos, histórias e olhares marcantes, ficou uma certeza: pequenos gestos têm um grande impacto. Para muitos, foi apenas uma manhã. Para outros, essa manhã fez toda a diferença.Esta experiência reforça a importância da empatia e da solidariedade, lembrando-nos de que, mesmo nos momentos menos bons, há sempre quem enfrente desafios ainda maiores.

André Gonçalves

Vice-Presidente do Leo Clube de Leiria

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Atlas celebrou 18 anos

Esta celebração dos 18 anos não foi apenas uma marca simbólica, foi a prova viva de que quando o bem é feito com verdade, ecoa, transforma e permanece. Uma noite onde passado, presente e futuro se encontraram, unidos pelo mesmo propósito de cuidar e servir.

A “ATLAS” celebrou 18 anos de existência e, fê-lo com o brilho e o espírito que a caracteriza “tocar o coração de todos”, um concerto memorável que nos fez recuar no tempo e reviver os grandes cantores e temas da música clássica portuguesa.

Foi uma noite de alegria e partilha, mas também de muitas emoções, pois todos quantos ali se encontravam de alguma forma se emocionaram recordando aqueles que já não se encontram entre nós e adoravam trautear estes clássicos portugueses.

Todos estiveram de Parabéns, Fundadores, colaboradoras, voluntários e parceiros, sim, porque esta caminhada não se fez e não se faz sozinha, os primeiros sonharam e deram início ao sonho, e os outros, todos os dias, contribuem para a sua realização, na verdade “juntos, somos sempre mais fortes”.

Atingida a maioridade, que venham muitos mais anos de solidariedade, de servir quem mais precisa, de não julgar aqueles que por vicissitudes da vida se encontram mais vulneráveis, construindo, assim, um futuro mais justo, aqui e além-fronteiras.

Obrigada Américo, pela iniciativa do evento, que este seja o primeiro de muitos.

Um Bem-Haja à Direção da “ATLAS” por nos contagiar com o bem, tem sido um prazer caminhar convosco.

Isabel Gregório

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Celebração dos 18 anos do ATLAS

Há noites em que a música faz mais do que ecoar, une, emociona e dá sentido ao que nos liga uns aos outros. Este concerto solidário foi precisamente isso, um encontro de vozes, memórias e generosidade, onde cada canção trouxe consigo não só nostalgia, mas também a certeza de que a solidariedade, quando vivida em conjunto, ganha uma força difícil de descrever.

O concerto solidário dos “melhores clássicos portugueses”, realizado em Leiria no dia 28 de março e organizado pelo Altas, foi um momento verdadeiramente especial. Com um repertório centrado nas músicas das décadas de 80 e 90, o espetáculo adequou-se perfeitamente ao espírito do projeto criando uma atmosfera nostálgica e emocionante. Foi um concerto bonito, marcado não só pela qualidade musical, mas também pela forte ligação com o público, que aderiu em grande número e cantou em conjunto ao longo de toda a noite

Senti um enorme orgulho ao ver tanta gente unida por uma causa solidária, num ambiente de partilha, alegria e entreajuda. Para terminar a noite fomos presenteados com bolo para comemorar o 18° aniversário da ATLAS. Destaca-se ainda o envolvimento e dedicação de alguns voluntários, cuja presença foi essencial para o sucesso deste evento. Espero que este espírito da ATLAS se mantenha assim ativo pronto para ajudar quem precisa.

Fernanda Castelo

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Celebração dos 18 anos do ATLAS

Há momentos que não se medem em horas, medem-se em memórias que ficam. A celebração dos 18 anos do ATLAS foi exatamente isso, um encontro de histórias, afetos e compromisso, onde o passado se honra com gratidão e o futuro se constrói com esperança. Uma noite onde a solidariedade ganhou rosto, voz e sentido, lembrando-nos, com simplicidade e verdade, do valor de caminhar juntos.

O Teatro encheu‑se de luz e emoção para celebrar os 18 anos do ATLAS – People Like Us, que ao longo de quase duas décadas tem unido voluntários, parceiros e beneficiários numa rede de solidariedade exemplar. Entre os presentes estiveram também os voluntários do projeto Velhos Amigos, que dedicam tempo e afeto a idosos em situação de vulnerabilidade. No meu caso, são já 16 anos de entrega e de histórias que me acompanham.

A noite começou com vídeos de alguns beneficiários, mostrando rostos sorridentes e cheios de vida. Para mim, foi um momento particularmente tocante. É assim que gosto de os ver: com brilho nos olhos, alegria no rosto e a certeza de que fazem parte de algo maior.

Seguiu‑se um espetáculo inspirado nos clássicos da música portuguesa, que rapidamente contagiou todos. Houve quem cantasse afinado, quem arriscasse sem medo, quem se deixasse levar pela nostalgia. Parecia um karaoke em grande, mas daqueles que aquecem a alma, onde a alegria é verdadeira e partilhada.

Houve ainda espaço para homenagear os voluntários e os restaurantes solidários que, ao longo dos anos, têm contribuído com refeições para o projeto. Embora quem é voluntário não espere reconhecimento, este gesto simples e sincero tocou profundamente todos os presentes.

A celebração dos 18 anos do ATLAS foi mais do que uma festa: foi um abraço coletivo, um testemunho vivo do impacto da solidariedade quando vivida em comunidade. Uma noite emotiva, alegre e inspiradora, que reforça a importância de continuarmos a construir, juntos, pontes de cuidado e humanidade.

Voluntária, Projeto Velhos Amigos
Ana Isa Marques Pedrosa

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Uma Noite de Encanto, compromisso e de Corações Unidos ao Som da Solidariedade

21 de março noite de Numa noite em que a cidade se vestiu de emoção e aplauso, o Teatro José Lúcio da Silva abriu portas a um momento que ficará gravado na memória de todos. A 28 de março, a gala da Atlas People Like Us reuniu uma sala cheia, onde cada rosto refletia pertença, orgulho e uma silenciosa admiração por um projeto que cresce com raízes na solidariedade.

Ao som dos grandes clássicos portugueses, interpretados com alma por José Migueis e Catarina, os corações deixaram-se levar por melodias que falam de nós, da nossa história e dos nossos afetos. Entre notas e palavras, sentiu-se mais do que música, sentiu-se comunidade, união e propósito.

Foi uma noite de alegria viva e entusiasmo contagiante, mas também um tempo de reforço do espírito solidário que move os voluntários e de descoberta para todos os amigos que acompanham esta missão. A Atlas mostrou, mais uma vez, que quando as pessoas se unem com vontade de fazer bem, o resultado é sempre maior do que a soma das partes.

Autor:
Américo Oliveira

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